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Adérito Areias quer que os títulos públicos sirvam para garantias bancárias.

Adérito Areias presidente da Aliança Empresarial de Benguela, solicita que as condições sejam melhoradas, simplificadas e desburocratizadas, para que sejam mais práticas e acessíveis e que seja reconhecida, na generalidade da banca, a utilização dos títulos de dívida pública como garantia bancária para o acesso ao crédito, bem como simplificar as negociações com a Central de Informação e Risco de Crédito (CIRC), arranjando-se soluções que permitam retro-alimentar os consumíveis das empresas face às derrapagens resultantes da actual conjuntura.

O empresário apontou ainda a necessidade de se acelerarem os mecanismos de liquidação da Dívida Pública Interna, como forma de alívio às tesourarias, para potencializar a actividade empresarial e de consumo interno, bem como a criação de condições para a descentralização da gestão da liquidação dos processos da dívida pública reconhecida.

Hotelaria e turismo

Na óptica da AEB, os financiamentos enquadrados no Programa de Apoio ao Crédito (PAC), em particular os projectos das cooperativas ligadas às mulheres e aos jovens, devem ser materializados. Deve ser ainda definido, na sua óptica, um programa de relançamento económico abrangente para as empresas hoteleiras, do turismo, construção civil, ensino privado, marketing, transportes colectivos, de carga e o agro-negócio. No domínio fiscal, os empresários filiados da AEB querem que seja melhorado o relacionamento entre a Administração Geral Tributária (AGT) e a classe empresarial, como forma de dinamização da actual relação de “meros” cobradores pagadores, aumentando os níveis de colaboração, pedagogia e compreensão da realidade e dificuldades dos empresários.

No domínio dos transportes, os empresários querem ver facilitado o financiamento de meios de transporte de carga e nas viaturas frigoríficas até cinco toneladas, para garantir o escoamento de mercadorias no âmbito do reforço da segurança alimentar em todos os municípios da província. Para o sector da construção, os empresários de Benguela pretendem ver liquidados todos os “restos a pagar” decorrentes dos serviços prestados em 2019, bem como o pagamento com denominador comum estipulado pelo Estado.

Fonte: Jornal de Angola

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