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Denúncia: Esquemas de Ambrósio de Lemos para o roubo a Policia Nacional na compra de armamento.

Ambrósio de Lemos, empresário Raúl Mateus(dos supermercados Pomobel) e seus esquemas de corrupção.

O comissário Ambrósio de Lemos Freire dos Santos em tempos levou uns ralhetes “porcasa” do esquema de corrupção das armas da Espanha, ainda assim continuou com a mesma prática. O mesmo negócio que apenas mudou de continente.

A TAURUS uma empresa no Brasil de fabrico de armas tem vendido armamento para Angola de forma ilícita, propriamente para a Polícia Nacional.

Só que a Polícia Nacional não tem vindo a negociar directamente com a TAURUS, uma outra empresa Angolana foi colocada no meio para compra e revenda do armamento.

Trata-se da R&AB empresa de Ambrósio de Lemos que compra armamentos no exterior [TAURUS] e revende a Polícia Nacional e em algumas empresas de segurança:

Desde as submetralhadoras, pistolas, revólveres e material para repressão antimotim, que a sua empresa R&AB revende. Este negócio de Ambrósio de Lemos já vem desde 2007, isto é, aproveitou-se do cargo que ocupava no comando da Polícia Nacional para sobrefacturar nas compras de armamento.

No ano passado a PN fez uma requisição de duas mil e seiscentas pistolas modelo PT917 e PT909 calibre 9mm, Ambrósio de Lemos através da sua empresa cobrou o dobro do valor de compra e assim ficou. A TAURUS vendeu o armamento a R&AB e esta revendeu à Polícia Nacional no dobro do valor.

A PN pagou em dólares porque a R&AB assim exigia, foram no total Oitocentos e Setenta Mil Dólares para 2600(duas mil e seiscentas) pistolas Taurus.

A R&AB tornou-se no melhor cliente da TAURUS, por força disso, até hoje a empresa de Ambrósio de Lemos tem sobrefacturado não só em Angola como noutros países de África.

A empresa R&AB transformou-se no representante da Taurus para a África austral.

Ambrósio de Lemos Freire dos Santos enquanto comandante geral da polícia, sobrefacturou milhões de dólares através da corrupção e peculato.

A R&AB é uma empresa criada aos 24 de Janeiro de 2008, Ambrósio de Lemos criou a referida sociedade em parceria com o empresário angolano Raúl Mateus(dono dos supermercados Pomobel).

A empresa R&AB presta-se aos negócios dos transportes terrestres de longo curso, transportes colectivos, aluguer de viaturas, comércio geral, prestação de serviços, distribuição alimentar, pescas, agro-pecuária, indústria, realização de quaisquer outras actividades, dedica-se também num outro ramo do comércio. Todo dinheiro que entra é dividido entre os sócios.

No negócio com a TAURUS a R&AB realiza o negócio sem licença de importação ou alvará para a comercialização de armas. Toda a operação é feita com autorização especial do Comando-Geral da Polícia Nacional. O ex-comandante Ambrósio de Lemos Freire dos Santos fez ou “continua fazendo” negócio com o Estado para seu enriquecimento ilícito.

“O recebimento de vantagem económica, directa ou indirecta, a título de comissão, percentagem, gratificação ou de presente de quem tenha interesse, directo ou indirecto, que possa ser atingido ou amparado por acção ou omissão decorrente das atribuições do agente público” Lei da Probidade Pública Art. 25º, 1º, a.

Como forma de manter os negócios, a empresa brasileira TAURUS tinha conhecimento do esquema de corrupção do Ambrósio de Lemos mas alimentou como forma de fechar negócio. A exportação de armas pelo Brasil é um negócio que requer sempre o aval do seu governo e essa transacção com Angola foi sempre feito através de esquemas.

Ambrósio de Lemos chefiou a polícia durante muitos anos tendo ultrapassado a idade da reforma, hoje prefere dizer que vai para a reforma em vez de dizer que foi exonerado.

Fonte: JFI
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